Natal Encantado das Crianças de Jacunday

O Natal Encantado de Jacunday uma celebração brincante, mágica e profundamente Quilombola que acontece anualmente na comunidade, onde distribuímos presentes, brincadeiras e realizando contação de histórias através da palhaçaria quilombola e do Livre Brincar. Objetivo: O Natal Encantado de Jacunday tem como objetivo levar o clima natalino para dentro da comunidade, tornando a manhã das crianças ainda mais brincante e aquilombada. Metodologia: O projeto tem como metodologia apresentações teatrais com a trupe de palhaços do Instituto Perpetuar, lanche, muitas brincadeiras e a chegada do papai noel com os presentes. Para além disso, sempre buscamos contextualizar a narrativa natalina ao cotidiano quilombola, co-criando uma atmosfera de encantamento, alegria e aquilombamento para encerrar as atividades anuais. Duração do Projeto/ ano de execução: 2019,2020,2021,2022, 2023,2024 e 2025
Quilombo Sem Lixo

É um projeto de Geração Cidadã de Dados (GCD) que aborda o lixo como questão central no Quilombo Oxalá de Jacunday. Desenvolvido através de um fellowship com a Fundação Mozilla, em parceria com Data_Labe e Instituto Perpetuar e apoio da Climate and Land Use Alliance (CLUA), o projeto valoriza a narrativa quilombola na GCD, formou 8 lideranças locais para aplicar a metodologia de forma autônoma, e situa a pesquisa tecnológica no território quilombola com participação ativa da comunidade nas decisões e aplicações.Apoio: Climate and Land Use Alliance (CLUA) Objetivo: O Quilombo sem Lixo no Jacunday (QSL) tem como objetivo fortalecer a autonomia da comunidade quilombola de Jacunday na produção de dados sobre sua própria realidade socioambiental, gerando informações que embasam políticas públicas eficientes e condizentes com as demandas territoriais. O projeto articula, incidência política e protagonismo comunitário, contribuindo para as lutas do do Território Jambuaçu, e da comunidade de Jacunday pela garantia de direitos, e inspirando outras comunidades quilombolas e tradicionais a ocuparem esse mesmo lugar de produtoras de conhecimento sobre seu próprio território. Metodologia: O projeto tem como metodologia a Geração Cidadã de Dados, Essa metodologia foi desenvolvida a partir da experiência do Data_labe com o Cocôzap e adaptada à realidade do Quilombo Sem Lixo no Território. Mas o projeto se alia também à Pororoca de Saberes, uma metodologia própria do Instituto Perpetuar, a Pororoca de Saberes articula rodas de conversa e escuta ativa como ferramentas para identificar coletivamente os problemas enfrentados pelos moradores e definir sobre qual deles a coleta de dados se concentraria. Duração do Projeto/ ano de execução: 2025
Pororocas de Saberes

As Pororocas de Saberes são uma metodologia comunitária, participativa e de base ancestral co-criadas no chão do quilombo Oxalá de Jacunday, em Moju-Pará. A tecnologia social das Pororocas de Saberes nasce inspirada no movimento e encontros das águas que mobilizam e sustentam os modos de vida quilombolas, assim como o fenômeno natural das pororocas se configura como o encontro entre as águas dos rios e águas do mar que dão vida a grandes e estrondosas ondas, as Pororocas de Saberes nascem do encontro entre os conhecimentos tradicionais quilombolas e os conhecimentos técnicos e acadêmicos, demarcando a soberania intelectual dos quilombos em cada etapa do processo de construção da tecnologia. Objetivo: Demarcar a soberania intelectual quilombola por meio do registro dos modos de vida e da partilha de saberes e fazeres dos quilombos, como um caminho metodológico que una trajetórias e teorias, valorize a memória viva dos territórios e colabore para a garantia do direito à educação quilombola de forma contextualizada, emancipatória e antirracista. Metodologia: As Pororocas de Saberes foram criadas a partir da campanha de mobilização social “Aquilombaí Malungada: Por uma educação de r-existência quilombola”, em 2021, onde realizamos encontros em três comunidades de nosso território, durante o primeiro edital que acessamos enquanto coletivo, buscando estruturar nossas práticas comunitárias, potencializar a partilha de saberes focando no fortalecimento da educação quilombola. As Pororocas sempre acontecem em roda, em comunidade, a partir de um mapeamento de demandas, com escuta atenta e contextualizada e definição de um tema gerador. A partir disso, organizamos uma estrutura base, que se molda às demandas, ao público e ao chão que pisamos. Nesse processo, alguns elementos são fundamentais: chegança e acolhimento, ambientação do espaço e mística inicial, apresentação do tema e roda de aquilombamento, dinâmica de grupos para discussão e atividades brincantes, musicalidade, batuque e cantoria entre outros. As Pororocas de Saberes são a metodologia base de todos os nossos projetos, bem como de nossas estratégias de partilha de saberes e luta em defesa dos territórios e modos de vida quilombolas.. Duração do Projeto/ ano de execução: 2025
Roça de Direitos: Agricultura, Trabalho digno e Educação

O Roça de Direitos é uma Iniciativa construída em parceria com agricultores, a associação comunitária e aescola do Quilombo Oxalá de Jacunday. A proposta é criar um espaço de formação e troca de saberes com e para os agricultores quilombolas, com foco no fortalecimento da agriculturafamiliar e dos sistemas agroflorestais, no acesso a direitos trabalhistas e conhecimento sobreempreendedorismo, no incentivo a práticas sustentáveis de manejo agroflorestal e na valorização dos saberes tradicionais dentro das escolas quilombolas.Apoio: Fundo Brasil – Labora Objetivo: O projeto busca enfrentar desafios históricos e persistentes vividos pela comunidade,como a precarização do trabalho, a falta de equipamentos de segurança, a insegurançaalimentar e a exclusão de políticas públicas específicas para os territórios quilombolas.Também visa superar a ausência de assistência técnica, o acesso limitado a recursos etecnologias adequadas à realidade local e as desigualdades estruturais que impactamdiretamente a vida e os direitos da população quilombola. Metodologia: Com base em uma metodologia participativa de educação popular com mobilização comunitária e valorização de saberes tradicionais, onde nos organizamos para a realização de três rodas de aquilombamento formativas com o grupo de agricultoresabordando temas como:● Direitos trabalhistas.● Empreendedorismo Quilombola● Manejo agroflorestal.– Realizamos mentorias individuais e coletivas com os agricultores.-Realizamos cinco oficinas formativas na escola Prof. Rildo Valadares, ministradas pelospróprios agricultores participantes do projeto, como forma de valorização do conhecimentoancestral e fortalecimento da educação escolar quilombola.Por último, organizamos uma publicação coletiva para o compartilhamento de boas práticas da Roça de Direitos, com foco na disseminação de saberes e perpetuação dos fazeres da agricultura e educação quilombola. Duração do Projeto/ ano de execução: 2025 – 2026
1° Festival de Músicos Quilombolas de Moju-PA

Se configura como um levante cultural quilombola para salvaguardar os saberes e fazeres musicais ancestrais dos quilombos, celebrar a musicalidade e ancestralidade dos quilombos e fortalecer a rede de músicos e fazedores de cultura quilombolas do município de Moju.Apoio: Edital Aldir Blanc, Ministério da Cultura Objetivo: Promover a celebração da música quilombola como expressão de identidade cultural e resistência histórica. Buscamos, ainda, fortalecer a rede de músicos e fazedores de cultura quilombola do município de Moju, estimulando a troca de experiências, a visibilidade das práticas artísticas tradicionais e a consolidação de um movimento coletivo que reafirme a importância da cultura quilombola no cenário local e regional Metodologia: Mapeamento e mobilização comunitária: identificação dos músicos e fazedores de cultura quilombola do município, seguida de encontros preparatórios para ouvir suas demandas, expectativas e propostas, garantindo que o festival fosse construído de forma coletiva. Apresentações culturais: organização de shows, performances e celebrações musicais que deram visibilidade às expressões artísticas quilombolas, valorizando tanto os repertórios tradicionais quanto as criações contemporâneas inspiradas na ancestralidade. Espaços de diálogo e reflexão: promoção de debates e mesas-redondas sobre identidade, memória e resistência cultural, estimulando a consciência crítica e o reconhecimento da música quilombola como patrimônio imaterial. Duração do Projeto/ ano de execução: 2025
JacundayLab: Tecnologias Ancestrais

O Laboratório de Tecnologias Ancestrais Quilombolas é uma ferramenta de aquilombamento de saberes e fazeres em prol da preservação do território, da cultura e memória quilombola. JacundayLab apresenta as Tecnologias Ancestrais do quilombo como caminho para o Bem Viver e para a construção do Território Livre. Apoio: Re-Farm e Instituto Regatão Objetivo: Preservar os saberes e fazeres quilombolas implica fortalecer processos formativos que reconheçam a ancestralidade como fundamento do Bem Viver. Ao promover o compartilhamento de sabenças e práticas de cuidado com a terra, reafirma-se a roça de quilombo como espaço de aprendizagem, resistência e produção coletiva de conhecimento.A realização de oficinas formativas, articuladas às experiências da roça, fortalece os saberes tradicionais e valoriza as Tecnologias Ancestrais como estratégias sustentáveis de autonomia territorial. A produção de materiais pedagógicos a partir das narrativas do JacundayLab contribui para registrar, sistematizar e disseminar essas memórias, ampliando seu alcance.Além disso, a criação de uma marca quilombola de economia criativa potencializa a articulação em rede e a geração de renda, integrando identidade, sustentabilidade e protagonismo comunitário como caminhos para a continuidade e valorização dos saberes quilombolas. Metodologia: A metodologia do JacundayLab foi desenvolvida a partir de uma perspectiva participativa, territorializada e fundamentada na valorização das Tecnologias Ancestrais quilombolas. O processo iniciou-se com momentos de escuta e mobilização comunitária, envolvendo mestres, griôs, juventudes e demais participantes, a fim de mapear saberes, práticas e demandas relacionadas ao cuidado com a terra e às estratégias de Bem Viver.As ações formativas foram estruturadas em oficinas teórico-práticas, tendo a “roça de quilombo” como eixo pedagógico. A roça foi compreendida como espaço de aprendizagem intergeracional, onde se articularam práticas agrícolas, manejo sustentável, espiritualidade, organização coletiva e partilha de conhecimentos. A metodologia priorizou a experiência vivida, o fazer compartilhado e o diálogo horizontal entre os participantes. Realizamos oficinas comunitárias, ministras pelas artesãs, agricultoras e fazedoras de cultura de Jacunday, nossas mestras e mestres quilombolas, nas temáticas de: biojoias, ervas medicinais, culinária quilombola e cosméticos artesanais.Esse movimento integrou formação, identidade e geração de renda, consolidando o JacundayLab como espaço de fortalecimento cultural, autonomia econômica e protagonismo comunitário. Duração do Projeto/ ano de execução: 2025
Aláfia: Escola de Lideranças Quilombolas de Jambuaçu

É um espaço seguro de quilombolas, com e para quilombolas para que possamos partilhar vivências e r-existências e acessar temáticas, discussões e lugares que nos são negados, onde potencializamos a atuação das lideranças quilombolas de Jambuaçu na luta em defesa do território, na promoção do Bem Viver e na mitigação dos impactos das mudanças climáticas, por meio de um processo formativo e informativo em prol da justiça racial, social e climática. Apoio: Fundo Casa Socioambiental Objetivo: Potencializar a atuação das lideranças quilombolas de Jambuaçu na luta em defesa do território, na promoção do Bem Viver e na mitigação dos impactos das mudanças climáticas, por meio de um processo formativo e informativo em prol da justiça racial, social e climática. –Promover encontros formativos nas temáticas: educação ambiental quilombola, clima, racismo ambiental e direitos quilombolas;-Disseminar informações seguras e contextualizadas às realidades e demandas quilombolas por meio das lideranças multiplicadoras;-Possibilitar um espaço seguro de partilha de vivências e conhecimentos técnicos, jurídicos e legislativos sobre clima, racismo e meio ambiente. Metodologia: Baseada em rodas de conversa, escuta ativa e construção coletiva do conhecimento, buscamos valorizar as experiências e saberes das/os participantes, partindo da memória, da oralidade, das práticas tradicionais e da vivência no território como eixo central do processo formativo. Realizamos: Rodas de saberesOficinas temáticasMódulos de ensinoEstudos de caso do próprio territórioMapeamento participativoVivências no territórioSistematização coletiva e publicação de materiais pedagógicos.A Escola de Lideranças Quilombolas – Aláfia é inspirada na perspectiva do Bem Viver, revisitando a memória e confluindo saberes entre territórionatureza,comunidade, educação espiritualidade e autonomia coletiva dos quilombos. Como demarca Nego Bispo, nossa base educativa é a circularidade, é a “Roça de Quilombo”. Duração do Projeto/ ano de execução: 2024
Cine Quilombo Vivas, Vivas

É uma iniciativa que busca trabalhar um processo de educomunicação audiovisual nas Amazônias quilombolas a partir da perspectiva, protagonismo e demandas de nossas comunidades. A fim de democratizar o acesso à comunicação e às produções audiovisuais nos territórios. Apoio: Edital Lei Paulo Gustavo Objetivo: O audiovisual constitui uma ferramenta estratégica para conectar quilombos e quilombolas, promovendo escuta ativa, diálogo e partilha comunitária. Ao criar espaços de exibição e debate, fortalece-se a circulação de narrativas próprias e a construção de redes entre os territórios, consolidando processos coletivos de troca e reconhecimento.Garantir o acesso a produções realizadas por comunicadoras e comunicadores negros, como as disponíveis nas plataformas Cultne, Negritar Produções e Afroflix, amplia o repertório cultural das comunidades e reafirma a importância de valorizar olhares comprometidos com a cultura e a história negra e quilombola.Nesse sentido, o audiovisual fortalece a comunicação comunitária, a ancestralidade e o protagonismo quilombola, ao possibilitar que as próprias comunidades narrem suas histórias, preservem suas memórias e afirmem suas identidades como sujeitos ativos na produção de conhecimento e cultura Metodologia: A metodologia do Cine Quilombo “Vivas, Vivas” estrutura-se a partir de uma perspectiva participativa, itinerante e fundamentada na circularidade quilombola. O projeto foi desenvolvido em etapas articuladas, iniciando-se com mobilização e diálogo prévio com lideranças, associações e juventudes das comunidades, garantindo escuta ativa e construção coletiva das ações.Em seguida, realizou-se uma curadoria de obras audiovisuais produzidas por comunicadoras e comunicadores negros, com ênfase em narrativas amazônidas e quilombolas. As exibições ocorreram de forma itinerante nas comunidades do território quilombola de Jambuaçu, Moju-Pará, ampliando o acesso a produções que valorizam a cultura, a identidade e a história negra.Cada encontro articulou três dimensões metodológicas: mostra audiovisual, Rodas de Aquilombamento e espaços de debate com convidadas/os da cena audiovisual paraense. Esses momentos priorizaram a escuta, o diálogo horizontal e a partilha de experiências, fortalecendo a comunicação comunitária e o protagonismo local. Como culminância, o projeto promoveu um encontro virtual de partilha e articulação, reunindo participantes para refletir sobre o cenário audiovisual quilombola e construir estratégias de continuidade. Assim, a metodologia integra exibição, formação crítica e articulação em rede, consolidando o audiovisual como ferramenta de aquilombamento, fortalecimento da ancestralidade e democratização da comunicação nos territórios. Duração do Projeto/ ano de execução: 2024
Elas Aquilombam: Tecnologias Ancestrais e ComunicAÇÃO climática

O projeto Elas Aquilombam: Tecnologias Ancestrais e ComunicAÇÃO Climática, é uma iniciativa de fortalecimento das narrativas quilombolas, da defesa dos territórios e da mitigação dos impactos das mudanças climáticas por meio das vozes, saberes e fazeres das mulheres quilombolas, que ancestralmente comunicam r-existências.Apoio:1ª Edição – Fundo Casa Socioambiental 2ª Edição – ICS – Instituto Clima de Sociedade , Ministério de Direito Humanos e da Cidadania Objetivo: O projeto Elas Aquilombam tem o objetivo de possibilitar espaços formativos e informativos de educomunicação climática, escuta e diálogo entre as mulheres quilombolas de Jambuaçu, co-criando estratégias de aquilombamento para a construção do Bem Viver dentro do Território, fortalecendo assim as narrativas quilombolas pelo clima e a comunicAÇÃO e organização em prol de uma agenda climática Quilombola. Metodologia: O projeto Elas Aquilombam é um projeto permanente de atuação com as mulheres quilombolas de Jambuaçu. As atividades realizadas contam com Rodas de Aquilombamento e Oficinas de Educomunicação com enfoque nos impactos das mudanças climáticas nos quilombos, apresentando as tecnologias ancestrais quilombolas (contação de histórias, saberes tradicionais, agricultura, artesanato) como caminho para o Bem Viver. A partir do projeto já produzimos episódios de podcast educativo “Elas Aquilombam”, Vídeos-manifestos para as redes sociais e marcamos presença na 2ª Marcha Internacional de Mulheres Negras, em Brasília. Duração do Projeto/ ano de execução: 1º ed.2023 e 2º ed. 2025
1° Fórum Quilombola de Meio Ambiente e Envolvimento Territorial de Moju-Pará

Se configura como um projeto permanente de discussão e co-criação de estratégias de Bem Viver dos quilombos e com os quilombolas do município de Moju diante dos desafios socioambientais enfrentados pelas comunidades. Foi criado a partir das inquietações vivenciadas pela população quilombola e da urgência de co-criar um espaço orgânico e político de compartilhamento de vivências e articulação de metodologias e ações em prol dos territórios quilombolas de Moju- Pará. Apoio: em movimento GT de juventudes da rede “uma concertação pela amazônia” Objetivo: Colaborar com a organização das demandas, desafios e perspectivas dos quilombolas do município de Moju frente às mudanças climáticas e impactos ambientais vivenciados pelos povos tradicionais, trazendo para a cena o protagonismo e autonomia das lideranças quilombolas de Moju-Pará; – Co-criar caminhos e soluções para a mitigação dos impactos do racismo ambiental nos territórios, trazendo para a cena o debate sobre a Amazônia quilombola a partir das r existências quilombolas; Metodologia: O Fórum foi organizado por meio de Rodas de Aquilombamento, espaços de confluência e celebração, ativações culturais, dinâmicas de grupo e produção de sentidos e conhecimento acerca do debate climático. Co-criamos o Mapa de Memórias dos Quilombolas de Moju, produzimos um texto-manifesto e minidocumentário a partir das discussões realizadas, bem como o debate permanente sobre quilombos e clima e a narrativa “Em Clima de Quilombo” como base de nossa incidência socioambiental e climática. Duração do Projeto/ ano de execução: 2023 Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.